Domingo, 8 de Abril de 2007

A Sexualidade no casal

A Sexualidade no casal



A Sexualidade no casal

No que diz respeito à sexualidade, a mente humana está replecta de conceitos e definições sobre o certo e o errado, o bem e o mal, o moral e o imoral. São os factores psicológicos, culturais, religiosos e familiares que influenciam o modo como se entende e pratica a sexualidade.

Há algumas décadas atrás, a maioria das famílias pertencentes à nossa cultura assumia como prioridade o facto de serem pais. A sexualidade era, fundamentalmente, entendida como meio para a procriação. Aquilo a que se chama hoje de planeamento familiar, existia no sentido de “planear ter filhos o mais cedo possível”. Ter um “herdeiro” era ponto acente desde o momento em que os jovens se tornassem férteis e um filho era um desejo “para ontem”. Os casamentos eram realizados bem mais cedo do que hoje o são.

A verdade é que, e como dizia o poeta, “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”... e o ritmo de vida dos jovens casais sofreu alterações, a emancipação da Mulher fez com que certos “habitos” fossem alterados, a contracepção permitiu também algumas (senão muitas) alterações a nível sexual e asim sucessivamente. De forma que, de um modo geral, a idade média para o nascimento do primeiro filho foi adiada dos 20 para os 30 anos. E desta feita, não podemos esquecer que os índices de gravidez na adolescência são cada vez mais elevados, o que pode afectar, consideravelmente, estes dados.

As razões que podem levar a estes índices podem ser os mais variados:

- Disfunções biológicas (disfunção eréctil ou impotência sexual masculina )

- Falta de maturidade (ou simplesmente, vontade);

- Falta de condições financeiras;

- Ritmos acelerados de trabalho;

- Investimentos curriculares em deterimento dos familiares;

- Outros.

Hoje a sexualidade tende a ser vivida de uma forma bem mais liberal e despreocupada, o que talvez nos tenha levado a um certo exagero e consequências menos agradáveis, tais como a falta de controlo das doenças sexualmente transmissíveis. Mas o erotismo enriquece a nossa vida, a sedução e o desejo fazem-nos vibrar e é a noção de “Prazer” que torna a vivência da sexualidade menos preconceituosa.

Há quem escreva, em tom de brincadeira: (*) “Qual deverá ser a frequência das relações sexuais?

Várias vezes por dia – Histérica

Uma vez por dia – Cansativo

Uma vez por semana – Banal

Uma vez por mês – Repetitivo

Uma vez por ano – Para quê?

Uma unica vez – Inesperado, Original, Passível de deixar inúmeras recordações ao jovem casal...”

(*)Guia do jovem casal – Circulo dos Leitores


publicado por Paula Valentina às 00:42

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